A morte é um assunto bastante controverso e cheio de tabus. Nesse espetáculo, o público ao entrar no teatro já se depara com um clima tenso de velório, com a “pobre” protagonista gelada em seu caixão. Mas rapidamente tudo muda, e a morte passa a ser simplesmente o ponto de partida para uma comédia deliciosa. MORRENDO E APRENDENDO aborda a vida e a morte de Dona Lourdes Thereza. Essa senhora, que não passa de uma socialite egoísta e totalmente ligada aos bens materiais espera, ao morrer, um tratamento VIP no mundo espiritual. Mas não encontra nada disso. Vai parar num lugar horrível (construido por ela mesma diante do mau uso de seu livre-arbítrio durante sua últiam experiência na Terra), onde fica vagando até encontrar um antigo desafeto de uma vida passada que a persegue por muitos anos em busca de vingança. Nesse momento, Lourdes relembra sua vida anterior, quando foi uma pobre camponesa revoltada com sua situação financeira, que em meio a muitas trapalhadas, causa um enorme rebuliço na sociedade rural em que vive ao casar-se com o pretendente de sua irmã, Lauro o homem mais prestigiado da região, filho do senhor doutor professor comendador coronel Ernesto Pereira de Morais.
Depois de uma série de situações hilárias, ela e sua inimiga espiritual acabam reconhecendo seus erros e aprendendo um pouco sobre leis importantes da vida como a lei de Causa e Efeito, a responsabilidade do livre-arbítrio e a pluralidade das existências. Depois dessas novas e valorosas descobertas, preparam-se para uma nova tentativa na Terra.
 
O tema principal é a Ética, ou a falta dela, no cotidiano. Estruturado em esquetes de humor, “patÉticos” é uma sucessão de situações onde a honestidade é colocada a prova. Desde a pirataria, “gatos” de luz, situações aparentemente banais como furar uma fila até a corrupção na política, o objetivo é causar a reflexão sobre o quanto contribuímos no dia-a-dia para construir um País mais justo e íntegro. 
 
Três irmãs solteironas e completamente atrapalhadas levavam uma vida fora de suspeitas próximo a uma simpática vila rural, quando os moradores descobrem que elas são na verdade bruxas, e usam a energia vital das moças da região para manterem-se vivas e belas pra sempre. Perseguem-nas então, até que finalmente conseguem captura-las. Quando estão prestes a leva-las a fogueira, os moradores são ludibriados pelas artimanhas das Irmãs Buonanotte, que acabam fugindo e sumindo na floresta.
 
Cansadas de alimentar-se de tatus e esquilos por 300 anos, as não tão mais belas irmãs decidem voltar à ativa, e dessa vez bolam um disfarce melhor. Aparecem numa cidade como Freiras, ganham a confiança de todos e fundam um abrigo para moças. Assim atraem suas presas. Mas antes mesmo que consigam concretizar seus planos terríveis, um poderoso comerciante da cidade oferece uma grande soma as irmãs para que recebam uma filha sua concebida fora do casamento como noviça, para assim abafar um escândalo iminente e desastroso para os seus negócios. As Buonanotte, pressionadas, acabam tendo que aceitar. E esse é o início de uma reviravolta no abrigo.
 
 

O que você faria se visse um fantasma? E se fossem três? E se fossem músicos? E se os três fossem totalmente atrapalhados e não largassem do seu pé?

“Na Praça dos Girassóis” é uma comédia musical que, no compasso de ritmos empolgantes, conta a história do intercambio entre os vivos e aqueles que já cruzaram a fronteira da morte através dos tempos. Desde o homem das cavernas desenvolvendo suas primeiras impressões sobre o mundo extrafísico até o incidente das Irmãs Fox (que abriu uma discussão global sobre a comunicabilidade com os espíritos).

Como pano de fundo temos o romance de Diderot, um fotógrafo indigente que mora na praça e tem como único bem uma velha câmera, e Coralina, uma vendedora de flores pra lá de atrapalhada que despreza o pobre fotógrafo pela fama de louco que ele carrega. Mas Diderot não é louco. Todos acreditam que o coitado tenha perdido porque vê espíritos e conversa com eles.

E são esses espíritos alegres, músicos mascarados de uma antiga bandinha carnavalesca de meado do século passado, que explicarão para o jovem fotógrafo o que é a mediunidade e o sério compromisso que ela representa.

MUITO ALÉM DA JANELA é um espetáculo leve, divertido, mas com um objetivo muito importante: ilustrar o que de fato está acontecendo com a Terra no período de grandes mudanças que estamos vivendo. Esse planeta querido, que há séculos vem servindo de palco para o resgate de nossos antigos débitos da alma (adquiridos ao longo de nossa jornada pessoal pela implacável lei da colheita e semeadura) está em transição para uma nova era. Posto que tudo no universo evolui sempre, também nossa casa cósmica está em fase de depuração, e será então a morada apenas dos que conseguirem acompanhar sua marcha evolutiva, quando finalmente nosso planeta de dimensões pequenas se fará grande na orquestra dos astros. Já aquele que não se afinizar com a energia mais sutil da Terra, será convidado a habitar outros orbes, mas de acordo com sua natureza.

Nosso espetáculo faz uma analogia de toda essa situação através da vila de Dona Coló, um aglomerado de casebres tão desajustados quanto seus próprios habitantes. Em meio a muitas trapalhadas e infindáveis discussões sobre temas banais, como o espaço que cada um pode usar no varal, os moradores descobrem que o terreno onde Dona Coló construiu a vila na verdade pertence ao gari que cuida da limpeza daquela região, e que sempre fora destratado por todos ali.

Ms. Eldora Montgomery é uma senhora simples de Nova Jersey que tem apenas dois sonhos na vida: se mudar para Nova York e comprar uma televisão colorida, lançamento naquele ano de 1954. Depois de ficar viúva, finalmente junta uma grana e realiza seus sonhos, alugando um modesto sobrado no bairro do Brooklyn com um lugar especial na sala para seu mágico aparelho. Contudo, endividada para manter esse novo padrão de vida, Eldora se vê em dificuldades.

É quando aparece em sua casa a jovem Emily, uma antiga amiga que também tenta a vida na cidade grande e passa pelo mesmo aperto, Emily vem propor a Ms. Montgomery uma estranha sociedade: utilizar seu apartamento bem localizado para, com uma bola de cristal e outros apetrechos, atender a consulentes endinheirados. A princípio Eldora rejeita a ideia, pois além de ferir seus princípios, é desaconselhada pelos livros de um pedagogo francês que descobriu recentemente e que a interessou muito por abrir seus olhos para as questões espirituais com muita lógica e clareza. Mas o curioso desaparecimento de suas últimas economias, que mantinha escondido dentro de casa, acaba levando-a a aceitar a sociedade e ambas colocam o negócio desonesto para funcionar.

DESTAQUES

Detalhes
Despedidas, reencontros. O mocinho morre no final, mas o filme continua.
Detalhes
Tá ligado que nós tudo é "esprito", e que nunca estamos sozinhos? Pois é, temos um brother espiritua...
Detalhes
Já desejou que as pessoas que te irritam sumissem pra sempre? Cuidado! Não seria tão bom quanto pare...
Detalhes
Você procura fazer o Bem pelo Bem ou está de olho em possíveis recompensas de Deus? Nosso amigo Albe...

ESQUETES

LIVE AMIGOS DA LUZ

BASTIDORES

ENTREVISTAS

 

AMIGOS DA LUZ

amigosdaluz.producao@gmail.com

(21)2669-2424 | (21)97524-6361 | (21)97618-9683